Estande articula produções modernas e contemporâneas, reunindo artistas brasileiros e internacionais em diferentes suportes.

Para a SP–Arte 2026, a Simões de Assis apresenta uma seleção que reflete o programa da galeria, em um entrelaçamento de obras contemporâneas e modernas, aludindo à reflexões acerca da materialidade.

Diambe, Quando eu chegar em casa VI (2026)

Será exibida pela primeira vez no Brasil uma obra da artista estadunidense Mary Weatherford (1963, Ojai, Califórnia), uma das principais pintoras de sua geração, especialmente por sua abordagem direta e ousada dos legados da abstração americana, sendo parte do acervo do MoMA e da Tate Modern. Em sua poética incorpora elementos escultóricos, como os tubos neon.

Obras de Ayrson Heráclito, recentemente anunciado na mostra principal da 61a Bienal de Veneza; Flávio Cerqueira, com uma escultura inédita após a itinerância de um ano da exposição “Flávio Cerqueira: Um Escultor de Significados”, apresentada em diferentes unidades do Centro Cultural Banco do Brasil; e Jean-Michel Othoniel, artista francês conhecido por suas esculturas em vidro soprado que está em cartaz em coletiva na Fondation Cartier, em Paris.

Obra Jean-Michel Othoniel Collier, Aquamarine et cobalt (2025)

O estande também reúne trabalhos de Diambe, atualmente em cartaz na Kunsthalle Basel, na Suíça; Gonçalo Ivo, que inaugura no mês de março uma mostra a partir do conceito de “relação” de Édouard Glissant, na Maison Gacha, em Paris; Thalita Hamaoui, com exposição individual em cartaz na sede da Simões de Assis em São Paulo, durante a feira, além de participar de uma coletiva com obras da Coleção Jorge M. Pérez no El Espacio 23, em Miami; e Gabriel de la Mora, artista mexicano que apresentou recentemente exposições individuais no Museo Jumex, na Cidade do México, e no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.

Obra de Gonçalo Ivo, Cosmogonia Plenilúnio (2025)

Também estarão presentes obras de Carlos Cruz-Diez, com exposição individual em cartaz na sede da galeria em Curitiba, e participa atualmente de exposições individuais no Institute for Studies on Latin American Art (ISLAA), em Nova York, e no Pérez Art Museum Miami. Já Zéh Palito teve recentemente uma obra incorporada ao acervo do El Museo del Barrio, em Nova York, e acaba de encerrar sua primeira exposição individual em um museu brasileiro, no MAC_Bahia, em Salvador.

Obra de Gabriel de La Mora, 22,454 (2024)

O conceito explora diversos suportes como pintura, escultura, fotografia, cerâmica, relevos e têxteis, a seleção completa inclui obras de: Abraham Palatnik, Alexander Calder, André Azevedo, Ascânio MMM, Ayrson Heráclito, Carlos Cruz-Diez, Carmelo Arden Quin, Cícero Dias, Diambe, Emanoel Araujo, Felipe Suzuki, Flávio Cerqueira, Gabriel de la Mora, Gonçalo Ivo, Ione Saldanha, Jean-Michel Othoniel, João Trevisan, Juan Parada, Julia Kater, Manfredo de Souzanetto, Mano Penalva, Marcia de Moraes, Mary Weatherford, Mestre Didi, Miguel Bakun, Mika Takahashi, Sergio Lucena, Thalita Hamaoui, Tomie Ohtake, Zéh Palito.

Obra de Carlos Cruz-Diez, Physichromie Panam 126 (2013)

ServiçoSimões de Assis na SP–Arte 2026 no estande E06, de 8 a 12 de abril de 2026, no Pavilhão da Bienal (Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Portão 3 – Moema, São Paulo – SP). O evento funciona na quinta e sexta-feira, das 12h às 20h; no sábado, das 11h às 20h; e no domingo, das 12h às 19h. Os ingressos custam R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia-entrada).

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Publicado por:Philos

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